No dia 18 de outubro de 2021, na abertura do Conferência Nacional do Secretariado – CONASEC 2021, em uma palestra muito leve e esclarecedora sobre “Design Thinking-se”, a Design Thinker Carol Furtado definiu o termo da seguinte forma: “Design Thinking é uma metodologia que nos ajuda a abordar e solucionar problemas, equilibrando criatividade, razão e empatia.”

Temas como esse me chamam muito atenção. Aplicar métodos que nos elevam, tanto no campo profissional, como no pessoal, nos mostrando o melhor caminho entre o problema e a solução, ressignifica os desafios, transformando-os em oportunidades.

Ser resiliente buscando metodologias ágeis e soluções criativas são habilidades que um profissional de secretariado deve ter em mente. Redesenhar o pensamento nos remete a soluções mais efetivas e eficazes.

Acredito, não ser saudável deixarmos os problemas nos abalar negativamente se podemos buscar as soluções positivas.

Ela explica que usar o Design Thinking como um processo colaborativo e de experiências, entendendo as necessidades das pessoas e da organização faz parte deste processo de encontrar sempre uma saída.

Criar opções e fazer escolhas, visando o que é desejável, associado às tendências humanas; o que é viável, associado aos negócios e o que é possível, associado à tecnologia são condições a serem ministradas, a fim de integrar todo o processo e ao final fazer sentindo.

O processo pode ser executado a curto ou longo prazo, dependendo da solução e resultado almejados. Mas a execução das etapas deve ser cumprida e gerida de forma que os resultados sejam potencializados.

Etapas

O processo de Design Thinking se dá em 5 etapas:

1 – Descoberta – é o lançamento do problema e das necessidades;

2 – Interpretação – é enxergar e compreender o problema;

3 – Ideação – estimular a criatividade, gerando ideias viáveis;

4 – Experimentação – colocar em prática, validando as ideias;

5 – Evolução – identificar os resultados.

Aplicação do Design Thinking

Quem se identifica a aplicar a metodologia em sua rotina não pode ter medo de errar. Como disse Carol Furtado:

“Melhor feito do que perfeito!”

A metodologia funciona muito bem, quando a união de pensamentos, mesmo que diferentes, trabalham em prol dos processos e seus resultados.

Nas rotinas secretariais o benefício de aplicação do Design Thinking é a estratégia, organizando e personalizando as variáveis para o alcance dos objetivos.

Mais dicas

Outras dicas bem valiosas expostas por Carol Furtado:

– Creia que todos nós podemos fazer mudanças;

– Permita-se errar e aprender com os erros;

– Colha e aceite feedbacks;

– Permita-se aprender fazendo.

Mesmo que a organização onde você trabalha seja “engessada” e avessa à estas metodologias, você como profissional de secretariado visionário e aberto a novos processos deve aplicar em suas atividades ou em sua vida pessoal.

Comece assim, catalisando insights que permitam soluções.  Vamos lá, você se habilita?

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